A Turismo do Alentejo organizou o seu primeiro Festival de Bandas Filarmónicas no passado dia 15 de junho, domingo, na cidade de Beja. Para tal, contou com o apoio do município da capital do Baixo Alentejo. O festival teve a presença de 10 bandas do sul do país, sendo que a condição era que fossem duas por distrito. Assim, por Portalegre marcou presença a Filarmónica do Crato e a Banda União Artística de Castelo de Vide, que contaram com o apoio das suas Câmaras na cedência dos autocarros. De Évora estiveram as bandas de Veiros e Redondo; por Beja, marcou presença a Banda dos Leões de Moura e a anfitriã, Capricho Bejense, que após alguns anos de inatividade, regressou há cerca de um ano; por Setúbal estiveram a Incrível Almadense e a Capricho Setubalense; e por Faro compareceram a banda Castromarinense e a Minerva de Loulé. O festival teve início pela manhã com os cumprimentos na praça do município onde se verificou algum público. À tarde, numa das principais artérias da cidade, em local aprazível junto às piscinas municipais, decorreu o desfile final com as bandas a apresentarem à vez o que de melhor produzem. O destaque foi para a banda de Redondo (54 elementos) e para a Filarmónica do Crato (38 músicos), que foram as mais aplaudidas pelo muito público presente tendo sido aquelas que mais arrojaram no tipo de reportório selecionado. Apesar do calor, correu um vento que ajudou a que o estio de Beja não tivesse feito moça. Durante a manhã um jovem da Filarmónica do Crato ainda teve tempo para chocar com um táxi, que o levou para as urgências, mas felizmente não foi nada de problemático, apenas ficou incapaz de tocar no desfile final.
Após a atuação final as bandas regressaram a casa e a Filarmónica do Crato parou em Portel para jantar, com apoio do município cratense. A Banda União Artística foi até ao McDonalds para gáudio dos muitos jovens das suas fileiras.
A Federação de Bandas de Portalegre deu apoio ao nível do aconselhamento à Turismo do Alentejo visto esta entidade nunca ter realizado este tipo de evento. Apenas a Região de Turismo de São Mamede o fazia, mas isso já lá vai há quase 20 anos.
